Animais de Produção e Saúde Pública Reprodução e Neonatalogia
Inseminação Artificial de Bovinos
De: Jorge Evangelista
ISBN: 9789725901021
2021, Publicações Ciência e Vida
Capa mole
Páginas: 231
Animais de Produção e Saúde Pública Reprodução e Neonatalogia
De: Jorge Evangelista
ISBN: 9789725901021
2021, Publicações Ciência e Vida
Capa mole
Páginas: 231
Este livro fornece um conjunto de breves informações relativas à prática da inseminação artificial de bovinos, com referências à sua história, à anatomia e à fisiologia do aparelho genital feminino, aos sinais de cio, ao melhor período para efectuar a IA, aos cuidados a ter com a manipulação do sémen congelado, com a sua descongelação e a outros assuntos com enquadramento na actividade da Inseminação Artificial.
Como se trata de um livro onde as matérias tratadas nos seus 18 capítulos são descritas de forma resumida, a aquisição de conhecimentos mais profundos sobre a matéria, deve ser consolidada pela consulta de bibliografia mais completa e em artigos técnicos específicos.
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AGRADECIMENTOS |
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DEDICATÓRIA |
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ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÓNIMOS |
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CAPÍTULO 1 |
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INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL |
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1.1 Definição de Inseminação Artificial (IA) |
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1.2 História da IA |
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1.3 Vantagens e inconvenientes da IA |
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1.4 História e organização da IA em Portugal |
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CAPÍTULO 2 |
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PRINCÍPIOS PARA A PRÁTICA DA IA |
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2.1 Introdução |
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2.2 Declaração universal dos direitos dos animais |
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2.3 Cinco liberdades dos animais |
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2.4 Etologia |
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2.4.1 Os cinco sentidos dos bovinos |
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2.4.2 As rotinas diárias de uma vaca leiteira |
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2.5 Exognósia da vaca Holstein frísa |
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2.6 Segurança no trabalho do inseminador |
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CAPÍTULO 3 |
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ANATOMIA DO APARELHO GENITAL FEMININO |
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3.1 Definição de anatomia |
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3.2 Definição de aparelho genital feminino |
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3.2 Localização, fixação, circulação e enervação |
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3.4 Ovários |
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3.5 Trompas uterinas |
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3.6 Útero |
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3.7 Vagina |
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3.8 Vestíbulo vaginal |
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3.9 Vulva |
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CAPÍTULO 4 |
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FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DA FÊMEA |
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4.1 Definição de fisiologia |
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4.1.1 Glândulas endócrinas |
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4.1.2 Hormonas |
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4.1.3 Período pré-pubere |
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4.1.4 Puberdade |
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4.1.5 Maturidade sexual |
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4.2 Regulação hormona da reprodução |
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4.2.1 Hipotálamo (GnRH) |
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4.2.2 Hipófise (FSH e LH) |
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4.2.3 Ovários (Estadiol e Progesterona) |
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4.2.4 Útero (Pg F2α) |
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4.3 Funções do aparelho genital feminino |
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4.3.1 Ovários |
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4.3.2 Vias genitais (trompas uterinas e útero) |
|
4.3.3 Vagina, vestíbulo vaginal e vulva |
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4.4 Ciclos sexuais |
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4.4.1 Ciclo éstrico |
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4.4.2 Ciclo reprodutivo |
|
4.4.3 Ciclo produtivo |
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CAPÍTULO 5 |
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MANIFESTAÇÕES DE CIO E O MELHOR PERÍODO PARA EFECTUAR A IA |
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5.1 Definição de cio ou estro |
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5.2 Detecção de cios |
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5.3 Intervalo entre cios |
|
5.4 Duração do período de cio |
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5.5 Manifestações externas de cio |
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5.5.1 Manifestações comportamentais |
|
5.5.2 Manifestações físicas |
|
5.6 Manifestações internas de cio |
|
5.7 Sinais complementares de cio |
|
5.8 Particularidades do cio |
|
5.9 Margens de erro nos sinais de cio |
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5.10 Eficiência da detecção de cios |
|
5.11 Registo das manifestações de cio |
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5.12 Meios auxiliares de detecção de cios |
|
5.13 Indução farmacológica de cios |
|
5.14 Melhor período para efectuar a IA |
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CAPÍTULO 6 |
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GENÉTICA |
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6.1 Definição de genética |
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6.2 Células, genes, cromossomas e cariótipo |
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6.3 Células sexuais e determinação do sexo |
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6.4 Leis de Mendel |
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6.5 Hereditariedade, genoma, genótipo e fenótipo |
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6.6 Transmissão poligénica e aditiva |
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6.7 Genes dominantes e recessivos |
|
6.8 Anomalias hereditários e congénitas |
|
6.9 Heritabilidade |
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6.10 Influência do meio ambiente |
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6.11 Selecção natural e artificial |
|
6.12 Sistemas de emparelhamento e heterose ou vigor híbrido |
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CAPÍTULO 7 |
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AZOTO LÍQUIDO (N2) |
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7.1 Azoto gasoso |
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7.2 Azoto líquido |
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7.2.1 Criobiologia |
|
7.3 Cuidados de manuseamento |
|
7.3.1 Como proceder em caso de acidente |
|
7.4 Locais de armazenagem |
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CAPÍTULO 8 |
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RECIPIENTES CRIOBIOLÓGICOS OU CONTENTORES |
|
8.1 Características gerais |
|
8.2 Tipos de contentores |
|
8.3 Autonomia de um contentor |
|
8.4 Medição do nível do N2 líquido |
|
8.5 Abastecimento |
|
8.6 Transporte |
|
8.7 Cuidados de manutenção |
|
8.8 Avarias e acidentes |
|
8.9 Contentores para trabalho de campo |
|
8.10 Lavagem dos contentores |
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CAPÍTULO 9 |
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TECNOLOGIA DE SÉMEN DE BOVINO |
|
9.1 Selecção do reprodutor |
|
9.2 Maneio dadores de sémen |
|
9.3 Técnicas de colheita de sémen |
|
9.4 Avaliação da qualidade do ejaculado |
|
9.5 Diluição do sémen |
|
9.6 Acondicionamento do sémen em palhinhas |
|
9.7 Congelação e conservação |
|
9.8 Sexagem de sémen |
|
9.9 Controlo de qualidade do sémen congelado |
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CAPÍTULO 10 |
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MANEIO DE SÉMEN CONGELADO |
|
10.1 Inventário do sémen congelado |
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10.2 Manipulação de sémen congelado |
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10.2.1 Amplitude térmica no colo do contentor 10.2.2 Observação da linha gelada |
|
10.2.3 Remoção de uma dose de sémen |
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10.2 3 Choques térmicos |
|
10.3 Transferência de sémen congelado entre contentores |
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CAPÍTULO 11 |
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METODOLOGIA DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL |
|
11.1 Material necessário |
|
11.2 Preparação do material |
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11.3 Descongelação do sémen |
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11.4 Montagem do Pistolet |
|
11.5 Manipulação do sémen descongelado |
|
11.6 Aproximação e abordagem da fêmea |
|
11.7 Manipulação do aparelho genital |
|
11.8 Introdução do Pistolet |
|
11.9 Cateterismo cervical |
|
11.10 Deposição do sémen |
|
11.11 Remoção do Pistolet |
|
11.12 Registo da IA |
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CAPÍTULO 12 |
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APRECIAÇÃO MORFOLÓGICA DA VACA HOLSTEIN FRISIA |
|
12.1 Apreciação morfológica |
|
12.1.1 Grandes regiões |
|
12.2 Classificação linear |
|
12.3 Avaliação da condição corporal |
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CAPÍTULO 13 |
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CATÁLOGOS DE TOUROS |
|
13.1 Introdução |
|
13.2 Objectivos |
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13.3 Catálogos de touros da raça Holstein frísia |
|
13.3.1 Diferenças entre os catálogos de alguns países |
|
13.3.1.1 Base de avaliação genética fixa e móvel |
|
13.3.1.2 Previsível valor genético e previsível capacidade de transmissão |
|
13.3.2 Informação transmitida |
|
13.3.3 Fiabilidade dos resultados |
|
13.3.4 Códigos e abreviaturas utilizados |
|
13.3.5 Índices de produção |
|
13.3.6 Índices de tipo |
|
18.3.6.1 Índices compostos de tipo |
|
13.3.7 Índices económicos |
|
13.3.8 Índices complementares |
|
13.3.9 Índice global de cada País |
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13.4 Interbull |
|
13.5 Catálogos oficiais portugueses de touros da raça Holstein frísia |
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CAPÍTULO 14 |
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SANIDADE ANIMAL |
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14.1 Definição de sanidade animal |
|
14.2 Doenças contagiosas |
|
14.3 Epidemiologia |
|
14.3 1 Grupo de risco |
|
14.3.2 Interacção entre o agente, o hospedeiro e o meio ambiente |
|
14.3.3 Causas determinantes das doenças contagiosas |
|
14.3.4 Forma de ocorrência das doenças contagiosas |
|
14.4 Trasmisão das doenças contagiosas |
|
14.5 Propagação das doenças contagiosas |
|
14.6 Intervenções sanitárias |
|
14.7 Doenças de pesquisa oficialmente obrigatória |
|
14.8 Classificação sanitária das explorações de bovinos |
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CAPÍTULO 15 |
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HIGIENE E DESINFECÇÃO DO MATARIAL E EQUIPAMENTO |
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15.1 Objectivos |
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15.2 Formas de intervenção |
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15.3 Assepsia |
|
15.3.1 Esterilização |
|
15.3.2 Antissepsia |
|
15.3.3 Desinfecção |
|
15.3.4 Desinfestação |
|
15.4 Antissépticos e desinfectantes |
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CAPÍTULO 16 |
|
PATOLOGIA DO APARELHO GENITAL FEMININO |
|
16.1 Introdução |
|
16.2 Infecções uterinas |
|
16.3 Alterações anatómicas |
|
16.2.1 Alterações congénitas |
|
16.2.2 Alterações adquiridas |
|
16.3 Perturbações funcionais |
|
16.3.1 Irregularidades do ciclo éstrico |
|
16.3.2 Anestro ou aciclia |
|
16.4 Doenças infecciosas do aparelho genital feminino |
|
16.4.1 Doenças específicas |
|
16.4.2 Doenças não específicas |
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CAPÍTULO 17 |
|
ANÁLISE DA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA |
|
17.1 Parâmetros reprodutivos |
|
17.2 Causas naturais de falhas reprodutivas |
|
17.1 Periodicidade da análise |
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CAPÍTULO 18 |
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RAÇAS DE BOVINOS |
|
18.1 Introdução |
|
18.2 Raças portuguesas |
|
18.3 Raças de aptidão leiteira |
|
18.4 Raças de aptidão creatopoética |
|
18.5 Raças de aptidão mista |
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BIBLÍOGRAFIA |
Jorge Evangelista
Licenciado em 1986 pela Escola Superior de Medicina Veterinária de Lisboa (Universidade Técnica de Lisboa).
Foi funcionário do Ministério da Agricultura, onde trabalhou quase 30 anos, na área do melhoramento animal, quer como responsável durante vários anos, pelo Centro de Colheita de Sémen de Bovinos, da EABL em Verdemilho, Aveiro, quer na organização e acompanhamento de programas de testagem de touros.
Exerce clínica geral de bovinos, na região de Aveiro, com destaque para o controlo reprodutivo e cirurgia. Já fez mais de 250.000 exames ginecológicos, perto de 600 cirurgias para correcções de deslocamentos do abomaso e cerca de 80 cesarianas.
Formador em 52 Cursos de Inseminação Artificial de Bovinos.
Orientador de estágios curriculares e de fim de curso de alunos dos Cursos Medicina Veterinária, Engenharia Zootécnica, Engenharia de Produção Animal e Engenharia Agropecuária.
Autor, de vários artigos publicados em revistas nacionais e de comunicações em Congressos e Jornadas Técnicas dedicados à Buiatria.
Frequentou 78 acções de formação profissional sobre bovinos, a maioria em Portugal, mas também em Espanha, França, EUA e Brasil.