• Este livro fornece um conjunto de breves informações relativas à prática da inseminação artificial de bovinos, com referências à sua história, à anatomia e à fisiologia do aparelho genital feminino, aos sinais de cio, ao melhor período para efectuar a IA, aos cuidados a ter com a manipulação do sémen congelado, com a sua descongelação e a outros assuntos com enquadramento na actividade da Inseminação Artificial.

    Como se trata de um livro onde as matérias tratadas nos seus 18 capítulos são descritas de forma resumida, a aquisição de conhecimentos mais profundos sobre a matéria, deve ser consolidada pela consulta de bibliografia mais completa e em artigos técnicos específicos.

  • AGRADECIMENTOS

    DEDICATÓRIA

    ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÓNIMOS

    CAPÍTULO 1

    INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

    1.1 Definição de Inseminação Artificial (IA)

    1.2 História da IA

    1.3 Vantagens e inconvenientes da IA

    1.4 História e organização da IA em Portugal

    CAPÍTULO 2

    PRINCÍPIOS PARA A PRÁTICA DA IA

    2.1 Introdução

    2.2 Declaração universal dos direitos dos animais

    2.3 Cinco liberdades dos animais

    2.4 Etologia

    2.4.1 Os cinco sentidos dos bovinos

    2.4.2 As rotinas diárias de uma vaca leiteira

    2.5 Exognósia da vaca Holstein frísa

    2.6 Segurança no trabalho do inseminador

    CAPÍTULO 3

    ANATOMIA DO APARELHO GENITAL FEMININO

    3.1 Definição de anatomia

    3.2 Definição de aparelho genital feminino

    3.2 Localização, fixação, circulação e enervação

    3.4 Ovários

    3.5 Trompas uterinas

    3.6 Útero

    3.7 Vagina

    3.8 Vestíbulo vaginal

    3.9 Vulva

    CAPÍTULO 4

    FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DA FÊMEA

    4.1 Definição de fisiologia

    4.1.1 Glândulas endócrinas

    4.1.2 Hormonas

    4.1.3 Período pré-pubere

    4.1.4 Puberdade

    4.1.5 Maturidade sexual

    4.2 Regulação hormona da reprodução

    4.2.1 Hipotálamo (GnRH)

    4.2.2 Hipófise (FSH e LH)

    4.2.3 Ovários (Estadiol e Progesterona)

    4.2.4 Útero (Pg F)

    4.3 Funções do aparelho genital feminino

    4.3.1 Ovários

    4.3.2 Vias genitais (trompas uterinas e útero)

    4.3.3 Vagina, vestíbulo vaginal e vulva

    4.4 Ciclos sexuais

    4.4.1 Ciclo éstrico

    4.4.2 Ciclo reprodutivo

    4.4.3 Ciclo produtivo

    CAPÍTULO 5

    MANIFESTAÇÕES DE CIO E O MELHOR PERÍODO PARA EFECTUAR A IA

    5.1 Definição de cio ou estro

    5.2 Detecção de cios

    5.3 Intervalo entre cios

    5.4 Duração do período de cio

    5.5 Manifestações externas de cio

    5.5.1 Manifestações comportamentais

    5.5.2 Manifestações físicas

    5.6 Manifestações internas de cio

    5.7 Sinais complementares de cio

    5.8 Particularidades do cio

    5.9 Margens de erro nos sinais de cio

    5.10 Eficiência da detecção de cios

    5.11 Registo das manifestações de cio

    5.12 Meios auxiliares de detecção de cios

    5.13 Indução farmacológica de cios

    5.14 Melhor período para efectuar a IA

    CAPÍTULO 6

    GENÉTICA

    6.1 Definição de genética

    6.2 Células, genes, cromossomas e cariótipo

    6.3 Células sexuais e determinação do sexo

    6.4 Leis de Mendel

    6.5 Hereditariedade, genoma, genótipo e fenótipo

    6.6 Transmissão poligénica e aditiva

    6.7 Genes dominantes e recessivos

    6.8 Anomalias hereditários e congénitas

    6.9 Heritabilidade

    6.10 Influência do meio ambiente

    6.11 Selecção natural e artificial

    6.12 Sistemas de emparelhamento e heterose ou vigor híbrido

    CAPÍTULO 7

    AZOTO LÍQUIDO (N2)

    7.1 Azoto gasoso

    7.2 Azoto líquido

    7.2.1 Criobiologia

    7.3 Cuidados de manuseamento

    7.3.1 Como proceder em caso de acidente

    7.4 Locais de armazenagem

    CAPÍTULO 8

    RECIPIENTES CRIOBIOLÓGICOS OU CONTENTORES

    8.1 Características gerais

    8.2 Tipos de contentores

    8.3 Autonomia de um contentor

    8.4 Medição do nível do N2 líquido

    8.5 Abastecimento

    8.6 Transporte

    8.7 Cuidados de manutenção

    8.8 Avarias e acidentes

    8.9 Contentores para trabalho de campo

    8.10 Lavagem dos contentores

    CAPÍTULO 9

    TECNOLOGIA DE SÉMEN DE BOVINO

    9.1 Selecção do reprodutor

    9.2 Maneio dadores de sémen

    9.3 Técnicas de colheita de sémen

    9.4 Avaliação da qualidade do ejaculado

    9.5 Diluição do sémen

    9.6 Acondicionamento do sémen em palhinhas

    9.7 Congelação e conservação

    9.8 Sexagem de sémen

    9.9 Controlo de qualidade do sémen congelado

    CAPÍTULO 10

    MANEIO DE SÉMEN CONGELADO

    10.1 Inventário do sémen congelado

    10.2 Manipulação de sémen congelado

    10.2.1 Amplitude térmica no colo do contentor

    10.2.2 Observação da linha gelada

    10.2.3 Remoção de uma dose de sémen

    10.2 3 Choques térmicos

    10.3 Transferência de sémen congelado entre contentores

    CAPÍTULO 11

    METODOLOGIA DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

    11.1 Material necessário

    11.2 Preparação do material

    11.3 Descongelação do sémen

    11.4 Montagem do Pistolet

    11.5 Manipulação do sémen descongelado

    11.6 Aproximação e abordagem da fêmea

    11.7 Manipulação do aparelho genital

    11.8 Introdução do Pistolet

    11.9 Cateterismo cervical

    11.10 Deposição do sémen

    11.11 Remoção do Pistolet

    11.12 Registo da IA

    CAPÍTULO 12

    APRECIAÇÃO MORFOLÓGICA DA VACA HOLSTEIN FRISIA

    12.1 Apreciação morfológica

    12.1.1 Grandes regiões

    12.2 Classificação linear

    12.3 Avaliação da condição corporal

    CAPÍTULO 13

    CATÁLOGOS DE TOUROS

    13.1 Introdução

    13.2 Objectivos

    13.3 Catálogos de touros da raça Holstein frísia

    13.3.1 Diferenças entre os catálogos de alguns países

    13.3.1.1 Base de avaliação genética fixa e móvel

    13.3.1.2 Previsível valor genético e previsível capacidade de transmissão

    13.3.2 Informação transmitida

    13.3.3 Fiabilidade dos resultados

    13.3.4 Códigos e abreviaturas utilizados

    13.3.5 Índices de produção

    13.3.6 Índices de tipo

    18.3.6.1 Índices compostos de tipo

    13.3.7 Índices económicos

    13.3.8 Índices complementares

    13.3.9 Índice global de cada País

    13.4 Interbull

    13.5 Catálogos oficiais portugueses de touros da raça Holstein frísia

    CAPÍTULO 14

    SANIDADE ANIMAL

    14.1 Definição de sanidade animal

    14.2 Doenças contagiosas

    14.3 Epidemiologia

    14.3 1 Grupo de risco

    14.3.2 Interacção entre o agente, o hospedeiro e o meio ambiente

    14.3.3 Causas determinantes das doenças contagiosas

    14.3.4 Forma de ocorrência das doenças contagiosas

    14.4 Trasmisão das doenças contagiosas

    14.5 Propagação das doenças contagiosas

    14.6 Intervenções sanitárias

    14.7 Doenças de pesquisa oficialmente obrigatória

    14.8 Classificação sanitária das explorações de bovinos

    CAPÍTULO 15

    HIGIENE E DESINFECÇÃO DO MATARIAL E EQUIPAMENTO

    15.1 Objectivos

    15.2 Formas de intervenção

    15.3 Assepsia

    15.3.1 Esterilização

    15.3.2 Antissepsia

    15.3.3 Desinfecção

    15.3.4 Desinfestação

    15.4 Antissépticos e desinfectantes

    CAPÍTULO 16

    PATOLOGIA DO APARELHO GENITAL FEMININO

    16.1 Introdução

    16.2 Infecções uterinas

    16.3 Alterações anatómicas

    16.2.1 Alterações congénitas

    16.2.2 Alterações adquiridas

    16.3 Perturbações funcionais

    16.3.1 Irregularidades do ciclo éstrico

    16.3.2 Anestro ou aciclia

    16.4 Doenças infecciosas do aparelho genital feminino

    16.4.1 Doenças específicas

    16.4.2 Doenças não específicas

    CAPÍTULO 17

    ANÁLISE DA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA

    17.1 Parâmetros reprodutivos

    17.2 Causas naturais de falhas reprodutivas

    17.1 Periodicidade da análise

    CAPÍTULO 18

    RAÇAS DE BOVINOS

    18.1 Introdução

    18.2 Raças portuguesas

    18.3 Raças de aptidão leiteira

    18.4 Raças de aptidão creatopoética

    18.5 Raças de aptidão mista

    BIBLÍOGRAFIA

  • Jorge Evangelista

    Licenciado em 1986 pela Escola Superior de Medicina Veterinária de Lisboa (Universidade Técnica de Lisboa).

    Foi funcionário do Ministério da Agricultura, onde trabalhou quase 30 anos, na área do melhoramento animal, quer como responsável durante vários anos, pelo Centro de Colheita de Sémen de Bovinos, da EABL em Verdemilho, Aveiro, quer na organização e acompanhamento de programas de testagem de touros.

    Exerce clínica geral de bovinos, na região de Aveiro, com destaque para o controlo reprodutivo e cirurgia. Já fez mais de 250.000 exames ginecológicos, perto de 600 cirurgias para correcções de deslocamentos do abomaso e cerca de 80 cesarianas.

    Formador em 52 Cursos de Inseminação Artificial de Bovinos.

    Orientador de estágios curriculares e de fim de curso de alunos dos Cursos Medicina Veterinária, Engenharia Zootécnica, Engenharia de Produção Animal e Engenharia Agropecuária.

    Autor, de vários artigos publicados em revistas nacionais e de comunicações em Congressos e Jornadas Técnicas dedicados à Buiatria.

    Frequentou 78 acções de formação profissional sobre bovinos, a maioria em Portugal, mas também em Espanha, França, EUA e Brasil.

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